Os dois livros em que Hilaire Belloc explicou o dinheiro, o trabalho e a liberdade. E apontou a saída que a direita e a esquerda escondem de você.
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“O metacapital quer o monopólio. A esquerda quer o Estado.
E a sua propriedade?”
A discussão econômica moderna se resume a uma escolha: o mercado dos poucos ou o Estado de todos. Belloc provou, com um século de antecedência, que os dois convergem para a mesma servidão: uma maioria que trabalha a vida inteira, é livre no papel e não é dona de quase nada.
O diagnóstico e o mapa
Hilaire Belloc, 1912
A profecia fundamentada. Belloc anuncia, com um século de antecedência, o tipo de sociedade em que vivemos: aquela em que a massa troca a própria liberdade por segurança garantida, e o faz por lei.
É o diagnóstico: por que a propriedade se concentrou em poucas mãos, e por que capitalismo e socialismo caminham, sem saber, para o mesmo destino.
Hilaire Belloc, 1924
A economia inteira explicada do zero, com uma clareza rara. Belloc a escreveu para uma jovem da própria família, para que ela nunca mais dependesse de banqueiro, político ou jornalista para entender o próprio bolso.
Aqui está a saída: a distinção entre dinheiro e riqueza, a verdade sobre a usura, e a terceira via, uma sociedade em que a propriedade está nas mãos de muitos, não de poucos.
O autor
França, 1870. Inglaterra, 1953. Poeta, historiador, deputado britânico e uma das plumas mais afiadas do catolicismo do século XX. Com G. K. Chesterton, criou o Distributismo: a terceira via econômica cristã que recusa tanto o capitalismo quanto o socialismo em nome de uma só coisa, a propriedade nas mãos de muitos.
“A economia foi feita difícil de propósito. Um povo que a entende deixa de ser fácil de enganar.”
Para ler com mais profundidade
A economia de Belloc não vive isolada. Ela nasce de uma visão maior de civilização, que a Caravelas já publica em dois clássicos do mesmo autor. Ler estes dois faz os outros dois caírem muito mais fundo.
A base histórica de O Estado Servil.
Onde o livro de economia mostra a queda, este conta como a Cristandade construiu, ao longo de mil anos, a sociedade de propriedade repartida que a modernidade desfez. Sem esta história, a tese da servidão fica pela metade.
O quadro maior em que a economia faz sentido
A servidão econômica é sintoma de uma crise mais funda, a da própria civilização cristã. É o diagnóstico completo que dá sentido ao dinheiro, ao trabalho e à propriedade nas outras obras.
É por isso que a Coleção Belloc completa reúne os quatro: os dois de economia e os dois que explicam a civilização de onde ela nasce.
Só na Coleção completa
Quem leva a Coleção Belloc completa recebe, sem custo, o acesso ao Curso de História Geral com o professor Marcelo Andrade, que percorre da Antiguidade até as duas Grandes Guerras. É o pano de fundo perfeito para os quatro livros: a história que explica de onde vem a civilização que Belloc analisa.
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Oferta de lançamento até 06 de outubro. Durante a campanha, as obras vão só nos combos.
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Durante a campanha de lançamento, não. As duas obras vão juntas, do jeito que foram feitas para ser lidas: uma é o diagnóstico, a outra é o mapa. Os avulsos só entram na loja depois do encerramento.
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Hilaire Belloc (1870 a 1953), com Chesterton o pai do Distributismo. A Caravelas já publica dele A Europa e a Fé e A Crise da Nossa Civilização, que entram na Coleção completa.